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Usina solar começa a funcionar no Câmpus Jaraguá do Sul-Rau PDF Imprimir E-mail
Sex, 17 de Novembro de 2017 17:24

Proteger o meio ambiente, servir de laboratório para estudantes e reduzir o custo mensal da energia elétrica. Esses são os principais benefícios que a usina solar recém-instalada no Câmpus Jaraguá do Sul-Rau trarão para a instituição a partir de agora. Com 260 placas fotovoltáicas (que captam a luz do sol e a transformam em energia elétrica), a usina ocupa 500 metros quadrados do telhado do câmpus e representa uma economia de seis a nove mil reais por mês na conta de luz.

 

Funcionando desde o dia 20 de outubro, a instalação da usina solar foi coordenada pelo professor Joel Stryhalski. “Esse sistema de geração de energia é extremamente limpo: não precisa de alagamento, não queima carvão, não envolve urânio, não tem poluição. Fica ali gerando eletricidade e ponto final”, destaca.

 

Para gerar a eletricidade consumida pelas máquinas e outros equipamentos do câmpus, as placas instaladas no telhado captam a luz solar e, por meio de fotocélulas, a transformam em energia elétrica. Essa eletricidade é levada a inversores que a adaptam à rede elétrica comum e, quando a energia produzida é maior do que a consumida, o excedente é compartilhado com a rede elétrica. “Hoje a gente já está consumindo a energia da nossa usina. Falta só essa última parte, de jogar na rede o excedente, pois a Celesc ainda precisa vir e instalar um relógio bidirecional no nosso câmpus”, diz.

 

Depois de instalado o relógio bidirecional, a energia produzida em dias de pouco consumo – como sábados, domingos e feriados – vai gerar créditos na conta de luz que compensarão parte do alto consumo de outros dias. Dessa forma, a conta de luz do Câmpus Jaraguá do Sul-Rau, que hoje gira em torno de R$ 16 mil por mês, deverá ter uma redução de R$ 6 mil a R$ 9 mil, dependendo do rendimento das placas fotovoltaicas e da quantidade de sol durante o mês.

 

A usina instalada no câmpus também deve trazer benefícios acadêmicos, principalmente para os estudantes dos cursos da área elétrica. “É improvável que, hoje, um bom engenheiro eletricista ou técnico em eletrotécnica não entendam de usina solar, e aqui a gente tem uma à disposição. Por meio dos sistemas de monitoramento é possível acompanhar o rendimento, a irradiação, gerar relatórios e fazer estudos. E tem também a parte física, de instalação e funcionamento desse tipo de equipamento”, aponta o professor.

 

Com um custo de instalação de R$ 442 mil, estima-se que o valor economizado por mês pague o investimento em aproximadamente seis anos. A maior parte das placas solares está instalada no telhado do primeiro e segundo níveis do bloco B e uma parte menor – 24 placas – está colocada sobre a guarita na entrada do câmpus.

 

A partir de agora, os cuidados com a manutenção são simples, porém essenciais para garantir o seu rendimento na produção de energia elétrica. Segundo Stryhalski, duas vezes por ano deve ser feita a limpeza das placas, utilizando água e uma escova que retire a poeira grudada na superfície.

 

As placas fotovoltaicas da usina têm garantia de 25 anos e os inversores possuem garantia de cinco anos. Veja imagens da usina neste álbum de fotos.

 

Clique aqui e acesse o sistema de monitoramento online da usina solar em tempo real.